Grupos Produtivos

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Os grupos produtivos participantes do Projeto MãsoBrasil foram selecionados levando em consideração a qualidade de seus produtos e sua atestada capacidade de produção para que possam atender à grandes demandas de brindes corporativos. Os grupos são associados ao Instituto Realice e com isso passam a participar de suas redes de comercialização. Conheça um pouco da história de cada um deles:
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MÃOSBRASIL: O projeto MãosBrasil, do Instituto Realice, visa promover artesanatos feitos com materiais reaproveitados. A primeira técnica trabalhada pelo MãosBrasil foi a Arte em Jornal. Dois grupos de artesãos fazem parte do projeto: um em Campo Grande e outro, em São Gonçalo, num total de 23 artesãos. O forte da produção são brindes corporativos e peças de decoração, feitas inteiramente de jornal e papelão reaproveitados em parceria com a firma de coleta de lixo local. Em dois anos de formação, o grupo hoje tem a capacidade de produzir em torno de 3 mil peças / mês. |
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FORÇA DE FIBRA: O grupo de artesanato foi criado há um ano como parte do Programa de Atendimento à Família (CRAS-PAIF), da Secretaria Municipal de Assistência Social do município de Itaguaí. Este grupo é formado por 12 pessoas de famílias atendidas pelo PAIF, que buscam no artesanato a geração de renda para poderem concretizar seus sonhos com esperanças renovadas, superando desafios e unindo forças. Escolheram a taboa como material fundamental para dar vida aos seus produtos, sendo esta uma matéria-prima de fácil manejo e abundante na região. Desenvolvem bolsas, chinelos, apoios, cestas, artigos que agregam valor social, ambiental e de empreendedorismo. |
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ASSOCIAÇÃO RESSURGIR: A ONG Ressurgir- Escola de Família, surgiu, em 1995, quando um grupo de profissionais do Hospital Municipal Salles Netto, no Rio Comprido, que apoiava as famílias das crianças internadas, ajudando os parentes a compreender a doença em seu período de tratamento, perceberam que o trabalho era insuficiente, uma vez que cada alta hospitalar dessas crianças carentes representava o retorno de quase 100%, na maioria das vezes, em condições piores ou até gerando óbito. Para tentar interromper esse ciclo vicioso, adotaram a metodologia do Renascer e criaram o Ressurgir, que atende às famílias com diversas atividades, principalmente, oficinas de artesanatos e formação para geração de renda. Já foram atendidas 175 famílias. Atualmente são 20 artesãs fixas e 40 treinadas. Há 50 aprendizes; 15 produtoras e 4 professoras voluntárias. Desenvolvem bolsas, almofadas, bandejas, artigos para casa e decoração, com reaproveitamento de materiais. |
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AZULEJARIA: A Azulejaria nasceu, em 2003, na zona portuária da cidade, como um ateliê de produção e comercialização de azulejos, louças e painéis artísticos, que ao longo dos anos passou a combinar produção artística com projetos educacionais e de desenvolvimento social. Através da atividade específica de pintura sobre azulejos, suas atividades procuram ampliar as oportunidades de contato com a arte, incentivar uma maior intimidade dos artesãos com a cidade e suas expressões culturais, e transformar essas experiências em produtos de qualidade em painéis que resultam desse processo. Atualmente, com uma equipe fixa de 6 artesãs e 2 temporárias, desenvolve a produção de azulejos, louças e painéis, sempre com temáticas que retratem a cultura e história da cidade do Rio de Janeiro. |
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CESTARIA BOTÂNICA: Grupo informal formado por 13 talentosas mulheres que estão fora do mercado de trabalho formal. O grupo criou a Associação das Artesãs Mariana, que unidas resolveram empreender suas próprias fontes de recursos. Para isso, escolheram a piaçava como matéria-prima e com ela produzem os mais lindos cestos e objetos de decoração. Hoje são 43 artesãs, no total, vendendo suas peças para supermercados como Pão-de-Açúcar, entre outros. |
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INSTITUTO MARQUES DE SALAMANCA: Nas oficinas do IMDS há dois grupos produtivos formado por mulheres, um localizado em Santa Teresa (Toque de Mão) e outro no interior do Estado. O grupo possui habilidades no bordado e na costura para a criação de peças originais e diferenciadas feitas com retalhos de doações de lojas famosas. São 14 mulheres empreendedoras que abusam da sua criatividade na produção de bolsas, acessórios para casa e brindes. Os grupos também prestam serviços de bordados para grandes estilistas e fazem desse trabalho sua fonte de renda contribuindo de forma significativa no sustento de suas famílias. |
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MARTESÃS: Grupo informal nascido para inserir as mães das crianças atendidas pela ONG católica Movimento Fé e Amor. Situa-se na Ilha de Guaratiba, desde 1992 e tem como objetivo desenvolver a geração de renda e auto-sustento de mulheres, com histórico de violência familiar, famílias desestruturadas e sem renda. Sua principal matéria-prima é a câmara de pneu, que é coletada na região junto aos borracheiros. O que seria lixo é transformado em bolsas, estojos, chaveiros, bonés, carteiras, entre outros produtos. O trabalho de 20 artesãs é produzido com linhas náuticas, agulhas, pregos, marteladas, vontade e uma forte consciência acerca da proteção ao meio ambiente em que vivem. |
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MODA EM AÇÃO: A ONG nasceu como estratégia de inclusão social da Ação Comunitária do Brasil, buscando o resgate histórico de Cidade Alta, localizada no subúrbio do Rio de Janeiro. As estamparias são criadas em oficinas de grafitagem, a partir da memória, das dificuldades e do cotidiano dos moradores da comunidade. As artesãs traduzem suas trajetórias de vida nas peças. O núcleo é composto por uma cadeia produtiva, envolvendo 50 pessoas. O principal objetivo é a geração de renda dos integrantes e sustentabilidade das oficinas. |
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NÓS DA TRAMA: Surgido, em 1984, com o intuito de desenvolver tecidos diferenciados e exclusivos, o Grupo Nós da Trama localizado, em Araruama, no estado do Rio de Janeiro, conseguiu resgatar a cultura milenar da tecelagem manual e passou a ousar na mistura de fios, texturas e na harmonia das cores, criando peças de tecido únicas e belíssimas. O grupo reúne 27 artesãos ( em sua maioria mulheres) que se identificaram com esta prática e tem nesse oficio base da fonte de renda. |
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NOSSO PAPEL: ONG localizada na Gamboa, centro antigo da cidade, desenvolve há mais de 10 anos, projetos sócio-educativos, culturais e ambientais. O objetivo dos projetos é auxiliar crianças, jovens e adultos em situação de risco social. O projeto implementa oficinas de materiais reutilizados, reciclados e artesanatos em geral, visando a educação e a conscientização ambiental. Fomentam a criação de cooperativas no seio das comunidades pobres para a geração de renda. Trabalham com reciclagem de papel produzindo cadernos, blocos e caixas, que agregam valores sociais, ambientais, de geração de renda e empreendedorismo. |
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FUTURARTE: Cooperativa de artesanato localizada em Betim-MG iniciada oficialmente em 2005 por jovens ligados à organização Ramacrisna. Muitos desses jovens, na instituição desde os 6 anos de idade, chegavam aos 17 anos, algumas vezes sem perspectiva do que iriam fazer no futuro, tanto em relação aos estudos, quanto à vida profissional. Resolveram então se unir e criar a Futurarte, que produz trabalhos artesanais feitos no tear manual utilizando jornal, tecido e linhas. Os resultados do projeto foram surpreendentes: no primeiro ano de funcionamento. Os jovens-cooperados conseguiram comercializar mais de 21 mil peças de artesanato, entre sousplás, jogos americanos, tapetes, peças em cerâmica, entre outros. O sucesso levou a Ramacrisna a estender o projeto também a mulheres-mães da região. Portanto, a participação atual é de 34 pessoas. |
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CICLO AMBIENTAL: A Ciclo Ambiental é uma micro-empresa, localizada em Santa Tereza, que tem como missão difundir os conceitos de desenvolvimento sustentável, e também dar novos rumos aos materiais reciclados, provenientes da gestão de resíduos sólidos, fabris e de pós-consumo: aparas de cortes da indústria têxtil e garrafas PET que, quando processadas se transformam em fibras de poliéster, reaproveitadas na composição de um novo tecido. Hoje a empresa conta com 3 costureiras fixas que sustentam suas famílias com a confecção de camisetas, macacões, bonés diferenciados. Cada camiseta ou roupa da Ciclo Ambiental tem em sua composição, 50% de poliéster da garrafa PET. |
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